A Motivarh!! Desenvolvimento Humano é uma Consultoria de forte embasamento teórico, cujo diferencial está na criatividade e na inovação, buscando sempre superar as expectativas de resultados.

Nosso negócio é o Ser Humano.

Estamos convencidos de que não há substituto para a interação humana. Entendemos que está nas mãos dessa interação todo o constrito de idéias e conceitos que os clientes formam nos seus contatos com as organizações.

Diante disto a qualidade dos serviços e conseqüentemente os seus resultados, dependem do nível de envolvimento das pessoas e esse nível de envolvimento cresce na medida em que os colaboradores se sentem satisfeitos, reconhecidos, estimulados e se identificam com os objetivos organizacionais.

Esse envolvimento do colaborador com os objetivos da organização é o que hoje diferencia a imagem das organizações no mercado.


RODUTOS E SERVIÇOS

Estamos sempre prontos a desenvolver com nossos clientes programas de Treinamento, Trilhas de Aprendizagem com foco no Desenvolvimento de Competências, Oficinas, Palestras, Programação Anual de Treinamento, Avaliações e Implantações de Núcleos específicos de Desenvolvimento Humano como, Núcleo de Desenvolvimento Gerencial, Núcleo de Arte, dentre outros.

Visão & Misão

Nossa Visão:
É possível encontrar prazer e satisfação no trabalho através da identificação de suas motivações individuais e da busca pelo auto-conhecimento e auto-desenvolvimento.

Nossa Missão:
Apresentar às pessoas a possibilidade de encontrar prazer e satisfação no trabalho através da identificação de suas motivações individuais e da busca pelo auto-conhecimento e auto-desenvolvimento objetivando a felicidade e a satisfação individual com foco na melhoria da qualidade de vida no trabalho.

Nossos Serviços:

Descrição de Cargos

Plano de Cargos e Salários

Avaliação de Desempenho

Pesquisa de Clima Organizacional

Pesquisa de Cultura Organizacional

Programas de Treinamento e Desenvolvimento

Integração e Desenvolvimento de Equipes

Social Coaching

Sobre Planejamento Estratégico

O planejamento estratégico em recursos humanos se tornou uma necessidade nas organizações. A cada momento observa-se a crescente valorização do fator humano através da criação de programas de qualificação e desenvolvimento humano, permitindo assim a constante atualização das pessoas de forma a permiti-las acompanhar o desenvolvimento organizacional e agregar valor a imagem da empresa.

As organizações que adotam o planejamento estratégico em recursos humanos, são responsáveis por seu próprio comportamento e desempenho, e utilizam o planejamento estratégico como vantagem competitiva no mercado.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

CRIE UM RELACIONAMENTO DE LONGO PRAZO

Amizade. Relacionamento. Acompanhamento. Reciclagem técnica. Inovação. Ser a solução dos problemas do cliente. Pronto. Acabei de dar-lhe as melhores dicas para alguém ficar rico. Não queira vender uma só vez ou poucas vezes, pense em vender sempre para o seu cliente. Ao escrever sempre eu pensei em coisa assim como vinte, trinta ou quem sabe quarenta anos. Nada mau, certo? Trate vendas como uma carreira, não como uma ocupação, invista tempo e energia no seu aprimoramento e cuide muito bem daquele que mantêm a sua família e contribuiu para você realizar os seus sonhos: o seu cliente.

Conheça a fundo o seu cliente. Admito: amizade ajuda a vender. Ponto. É melhor comprar de pessoas conhecidas ou de amigos de conhecidos. Compra e venda é uma relação de confiança e até mesmo, por isso, muitas pessoas deixam de comprar na Internet por não saberem direito com quem estão lidando. Ao lidar com o cliente procure também conhecê-lo como pessoa. Encontre pontos em comum, como hobbies, atividades de lazer, assuntos de interesse. Crie uma ligação maior, um laço de amizade e afinidade. Pode ter certeza que isso vai ajudar em muito, assim como você também pode vir a ajudá-lo em situações futuras. Antes de ser cliente ele é uma pessoa que como todos nós tem necessidades de relacionamento.

Permita-se conhecer. É claro que não tem como você ser amigo de todos os clientes, mas também é preciso deixar-se conhecer. Para o cliente é importante saber com quem está lidando. Não precisa contar sua vida inteira, mas é de grande valia ele saber de onde você é, qual sua formação, se é casado, solteiro, se tem filhos, onde mora, outras empresas que atende, um pouco da sua experiência profissional. Não use o cliente como psicólogo nem o tempo da venda para desabafar coisas pessoais, mas é sempre bom um pouco de conversa informal antes do grande assunto. Nós, brasileiros, gostamos de descontrair um pouco antes de ir logo para o finalmente, outros povos tem características diferentes e são mais objetivos, o que nós dá a sensação de rudes. Procure deixar sempre claro de quem ele está comprando.

Perceba as fases do cliente. Todo cliente passa por fases. Independente de ser pessoa física ou jurídica, todos nós temos momentos diferentes na vida. Por vezes seu cliente está passando por uma fase boa de crescimento. Ótimo, é hora de crescer junto e aumentar o seu número de itens e quantidade de compra. Por vezes o cliente parece não saber vender seu produto da forma adequada, então que tal ajudá-lo a treinar seus vendedores e melhorar a exposição do seu produto? Outras vezes você vai ter de ajudá-lo a conseguir mais crédito e condições melhores de pagamento. O importante é você entender que nenhum cliente é igual ao outro e a forma de tratar também não pode ser a mesma. Cabe a você, vendedor, descobrir qual é o momento do seu cliente, ajustar seu modo de atendimento e maximizar os resultados.

Cuide da sua reputação. Reputação é tudo o que você tem. É o seu maior cartão de visitas, então crie e mantenha uma imagem íntegra. Cuidado com o que faz em suas viagens, não cometa excessos, principalmente com bebidas e dê um limite para as famosas noitadas. Já vi muita carreira se perder devido a noites mal dormidas e por um comportamento nada adequado fora do ambiente do trabalho. Muitas situações podem sair do controle e prejudicar toda uma reputação que você demorou anos para construir. Demonstre e seja responsável, afinal de que vale um excelente profissional sem responsabilidade? Um craque irresponsável sempre prejudica mais do que ajuda ao time. Faz seus golzinhos lá de vez em quando, ganha algumas partidas, mas perde muitos campeonatos, estraga o ambiente e acaba com o espírito de equipe. E não é nada disso o que eu desejo para você.

Autor: Paulo Araújo
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LIDERANÇA PARA A QUALIDADE


A liderança no atual ambiente de negócio é a característica mais apreciada em um profissional, devido à visão de que o principal ativo que as empresas possuem hoje são seus colaboradores e o conhecimento que agregam aos processos de negócio e consequentemente, a cultura da empresa. E são os líderes os responsáveis por potencializar os resultados pessoais/corporativos dos colaboradores de uma empresa.

Existem algumas abordagens que descrevem o processo de liderança que são:
  • Liderança Autocrática: a decisão é tomada por uma única pessoa;
  • Liderança Democrática: onde a equipe pode expor sua opinião e a decisão é tomada por consenso;
  • Liderança Liberal: a equipe operacional tem autonomia para tomar decisões sobre os processos que são responsáveis.
Mas a melhor abordagem a ser seguida, é que, a liderança deve ser situacional, pois cada colaborador possui necessidades e expectativas diferentes uns dos outros, sejam elas pessoais ou profissionais e cabe ao líder conhecer cada um de seus colaboradores para assim, poder liderá-los para a conquista dos objetivos da empresa e também dos seus objetivos pessoais.

O foco nas pessoas dentro dos processos é fundamental para o processo de liderança, pois elas são o elemento de transformação dentro de qualquer processo, sejam os manufaturados ou os automatizados, são elas o grande responsável por produzir com qualidade. Reconhecer isso perante a equipe é fundamental para um Líder, pois esta valorização proporciona o envolvimento total do colaborador com a estratégia da empresa.

Então para os profissionais que ocupam cargos de liderança, deve-se sempre praticar o exercício de questionar-se sobre:
  • Eu conheço individualmente cada membro de minha equipe?
  • Conheço suas necessidades e expectativas pessoais e de carreira?
  • A minha equipe tem confiança que minha liderança irá levá-los a atingir seus objetivos?
Esse exercício faz com que o líder perceba se esta liderando uma equipe motivada ou uma equipe acomodada. Para que a equipe não se torne acomodada, tornar o processo de gestão participativo é importante, pois cria o ambiente favorável ao envolvimento de todos para alcance dos objetivos. Para tornar a gestão participativa o líder pode realizar algumas ações como: manter sua equipe informada sobre a situação da empresa e ouvir a opinião sobre a mesma, praticar o empowerment, brainstormings e outras ações que dêem oportunidade da equipe participar e tomar decisões, esse situação fomenta um ambiente motivador para desempenho do trabalho.

Porém, um líder não precisa excluir do modelo de gestão de pessoas a figura do “Chefe”, ele deve apenas mudar o referencial, onde o chefe é personificado em uma determinada pessoa, e mostrar para cada membro de sua equipe que eles possuem sim, um chefe e este chefe são seus próprios objetivos e metas a alcançar, ou seja, o resultados que devem apresentar. Esta abordagem de “chefe” foi defendida por Peter Drucker na teoria de administração por objetivos e se encaixa perfeitamente, no atual contexto de mercado de trabalho, pois você será promovido/reconhecido pelos resultados que apresentar, pelas metas atingidas e também pode ser demitido por não atingir os mesmos. São esses dois processos que caracterizam o “chefe” aquele que demiti ou promove. Já o líder deve ser visto como aquele que vai fornecer os recursos, orientação e um ambiente favorável para o alcance de seus objetivos, ou seja, ele é um facilitador.

Portanto, gestores/líderes exercitem a habilidade de saber ouvir as necessidades e expectativas de sua equipe e aos liderados tenham seus gestores como líder “amigo” exponha para ele suas necessidades pessoais, anseios profissionais, expectativas e sonhos, para que assim ele possa exercer a liderança para qualidade, onde equipes satisfeitas e geram clientes satisfeitos.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Quem ainda duvida que o RH seja estratégico?


Estratégico. Essa talvez seja a palavra que está sempre em evidência durante as conversar que ocorrem entre os profissionais de Recursos Humanos. Isso não acontece por acaso, afinal hoje as empresas competitivas consideram a área e RH um parceiro do negócio, pois é através dela que se chega aos profissionais e se identifica a forma como atrair e reter os talentos que façam a diferença em um mercado altamente competitivo.

Uma organização que está atenta à importância do RH é a Peninsula Fertilizantes, que para colocar seu planejamento estratégico focado para os próximos cinco anos, convidou a área para acompanhar e dar suporte a todo o processo. A expectativa da companhia é dobrar o volume de produção, a partir da implantação de novas unidades. Atualmente, a empresa possui três unidades e conta com cerca de 350 colaboradores. Tem sua matriz instalada na cidade de Curitiba/PR e uma capacidade de produção de 15 toneladas/hora.

Para dar o impulso necessário à implantação do planejamento estratégico da empresa, Maira Gequelin - gerente de RH, afirma que outros setores da organização foram convidados para vencerem esse desafio: tecnologia da informação, controladoria, financeiro, comercial, administrativo, fiscal e contábil. Para efetivar sua contribuição, a área de Recursos Humanos focou inicialmente suas ações para que os líderes trabalhassem como agentes facilitadores do processo.

Nesse sentido várias ações foram adotadas, mas sempre se levando em consideração a cultura local de cada unidade produtiva. Contudo, as políticas macros da companhia foram padronizadas. "Nesse contexto, trabalhamos ações em todas as unidades da organização. Promovemos o fortalecimento dos setores de trabalho, com a reunião estratégica envolvendo todas as lideranças da empresa. Realizamos o mapeamento de todas as áreas da empresa, com revisão em processos internos", salienta Maira Gequelin, ao acrescentar que a área desenhou o plano de cargos e salários, bem como a realização de treinamentos com fogo nos líderes.

Ao ser questionada sobre as contribuições efetivas que o RH tem dado ao planejamento estratégico da Peninsula Fertilizantes, Maira Gequelin diz que a área estimulou e tem realizado atividades contínuas para o desenvolvimento das pessoas, promovendo principalmente a formação de equipes de alta performance. Como em qualquer processo de mudança, é imprescindível também ficar atento para o lado comportamental dos profissionais já que cada pessoa age de acordo com seus paradigmas e bagagens de conhecimento adquiridas com suas experiências.

Para a empresa, dobrar o volume de produção significa crescimento que façam os seus profissionais acreditarem que fazem parte do negócio. E com o objetivo de formar equipes coesas, a área de RH investiu na formação de novas lideranças e sinalizou a redução de competições entre os setores. Lógico que os desafios estimulam o espírito de superar limites, mas os colaboradores atuam com uma grande equipe, onde cada talento contribui com a sua atividade.

Maira Gequelin pontua que a receptividade dos colaboradores tem sido interessante e confessa que está acima do programado. Para se ter uma ideia, em uma avaliação interna de pontuação a área de RH recebeu nota nove - um sinal de que as pessoas estão, de fato, compreendendo o novo formato de trabalho instituído pela companhia.

Preparo dos líderes - Como as lideranças passaram a ser agentes facilitadores do processo, a área de Recursos Humanos realizou uma convenção que envolveu a diretoria, a presidência e os acionistas com a finalidade de que todos compreendessem e tirasse dúvidas sobre o planejamento estratégico e o que acontecerá com a empresa nos próximos cinco anos.

Na sequência, foram realizadas atividades diferenciadas como o ACAL (Atividades Corporativas ao Ar Livre) com uma consultoria externa, para dar ainda mais suporte à integração das lideranças. Nesse treinamento, focaram-se aspectos relevantes para o momento vivenciado pela Peninsula Fertilizantes como, por exemplo:

- Preparar as pessoas para o processo de mudança, diminuindo a resistência à quebra de paradigmas.
- Dinamização da companhia.
- Estímulo à iniciativa.
- Desenvolvimento e capacidade para liderar pessoas em situações diversas.
- Estímulo à união e, consequentemente, ao espírito de equipe.
- Capacitação empresarial.
- Melhoria da comunicação.
- Superação de crises, entre outros.
Funcionários da Peninsula Fertilizantes em treinamento ao ar livre

RH sempre estratégico - Para Maira Gequelin, o RH pode e deve fazer o suporte para todas as ações de uma organização. "Uma empresa é movida através da ação das pessoas, caso contrário o planejamento torna-se apenas um papel-projeto. E nós do RH somos os propulsores desta ação, que é não é fácil, é trabalhosa, tem um custo financeiro e operacional, mas que trás resultados", assinala.

Por fim, ela reforça que quando as pessoas se sentem parte da empresa e são convidadas a pensarem, buscam e trazem soluções para o negócio. A gerente de RH cita que existe um novo movimento empresarial que está além de salário. "Essa mobilização está justamente em transformar e agregar pessoas a fazerem parte do processo macro da empresa. Hoje vemos as pessoas não só buscam o fator financeiro, mas sim oportunidades e desafios. O profissional de Recursos Humanos é responsável por alinhar as expectativas pessoais com as da empresa, ou seja, formar uma balança de equilíbrio organizacional", conclui.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Com alegria, sem alegria

É claro que, em alguns momentos, seremos furtados da nossa sensação de felicidade. Muitas coisas acontecem no cotidiano que roubam nosso sorriso, contudo, devemos dar a volta por cima, assumindo uma postura de ser alegre, embora, em algumas ocasiões, não possamos estar alegres.


Li o artigo de um dos maiores empresário do Brasil, além de um dos palestrantes mais requisitados quando o assunto é vendas, Raúl Candeloro, editor da Revista VENDAMAIS e suas derivações. O artigo falava sobre o amor, sobretudo, profissionalmente, e trazido para o meio empresarial.

Realmente amigo Raúl, nas empresas onde as pessoas fazem com amor (não é fazem amor) aquilo que realizam, tudo fica melhor.

No mesmo sentido, querido leitor, proponho que você, além de fazer com amor o que está fazendo neste momento, seja o que for, faça também com extrema alegria. Além de fazer com amor, você precisa fazer com muita alegria seu trabalho. Não é possível? É sim, sem dúvida alguma!

O fato de você ter trabalho já é um grande motivo de felicidade, afinal, são mais de dois bilhões de pessoas abaixo da linha da pobreza. Alguns sequer têm emprego, outros, ganham menos de 60 dólares por mês e, outros ainda, são praticamente escravizados nos seus locais de trabalho. Por isso e, meramente por isso, já deveríamos ter a coragem de ser alegres, felizes no trabalho que temos. Além disso, jamais vi alguma empresa promover pessoas com "cara amarrada, testa franzida". Alguns amigos meus, consultores, até brincam que no setor de cobrança temos que ter pessoas com a "cara feia". Discordo veementemente. Em todos os setores da empresa, departamentos, do zelador ao proprietário, deve haver alegria, sorrisos, felicidades.

É claro que, em alguns momentos, seremos furtados da nossa sensação de felicidade. Muitas coisas acontecem no cotidiano que roubam nosso sorriso, contudo, devemos dar a volta por cima, assumindo uma postura de ser alegre, embora, em algumas ocasiões, não possamos estar alegres.

Parece incrível que as pessoas não saibam valorizar o emprego que têm. Dão o seu pior ou são acometidas da pior doença que, embora não sendo cientista médico, descobri, que é a "Reclamatite". As pessoas, me parece, adoram serem vítimas. Inacreditavelmente, elas querem ser campeãs do pior. Querem ter as piores doenças, quando não têm, inventam uma. Acreditam que são perseguidas no trabalho e, quando não são, elas próprias encontram um perseguidor, só para se sentirem "bem". Muitas desejam ser vistas como as mais "coitadinhas", as mais sofridas. Reclamam do que não tem, do que não recebem, da não valorização da empresa diante do seu empenho.

O engraçado é que quando digo que elas estão ali por querem, porque escolheram estar naquela empresa, elas me desacreditam. Digo-lhes que todas as decisões que tomaram em suas vidas lhes trouxeram até ali. Informo também, porque aparentemente algumas não sabem disso, que não estão algemadas nas empresas. Se não estão alegres, felizes, é só pedir demissão e ir procurar outra coisa para fazer, em vez de ficar atrapalhando a vida da empresa, e também a própria vida. Enquanto não tiverem atitudes novas no cotidiano, também não terão resultados diferentes. Algumas me dizem que não sabem por que têm contas para pagar. Concluo que, se continuarem infelizes, dando o pior no trabalho, em pouco tempo a empresa quebra, e aí terão que sair e, em muitos casos, sem receber nada.

Trabalhar com amor é fundamental, mas, há pessoas que amam tanto o que fazem que não param de fazer um só minuto, ainda que estejam no caminho errado. Empresários que amam suas empresas, mas não investem um centavo nos seus colaboradores, ou, pior, estão à beira da falência, mas amam a empresa a ponto de sucumbirem com ela. Amor é fundamental, mas traz resultados quando se une com a alegria e o conhecimento necessário para atuar no palco da vida, pessoal e profissional.

Nas empresas onde as pessoas trabalham com alegria, o sabor do alimento é melhor, o veículo comprado satisfaz melhor, a roupa parece vestir melhor e, o melhor de tudo, a gente percebe o valor e não meramente o preço das coisas.

Numa loja com amor e alegria, a mãe entra e sai feliz e saltitante, pelo simples fato de a vendedora ter pegado seu filho no colo e dito: "minha nossa, que fofura essa criança, vejam aqui minha gente, que coisinha mais linda".

Já, numa loja sem amor e sem alegria, a mãe sai com a sensação de quem não fez um bom negócio, pois a vendedora lhe mostrou produtos, a determinados preços e sequer deu atenção à pessoa que essa mãe mais ama.

Só o amor constrói. Contudo, se ele estiver só, é possível que também só ele destrua. Ame o que você faz, faça com amor e, sobretudo, tenha alegria ao fazer, sorria para as desgraças, dando adeus a elas, criando na sua mente a imagem de que irá superá-las. Adquira o conhecimento necessário para que seu amor seja um amor alegre, feliz e que lhe propicie vencer obstáculos e atingir os seus objetivos. Prepare-se todas as manhãs ao acordar. Olhe para o espelho e lembre-se que a pergunta a ser feita é "espelho, espelho meu, existe alguém neste muito com mais amor e alegria do que eu?" e não a que as pessoas, infelizmente, vêm fazendo quando acordam e olham para o espelho, dizendo "espelho, espelho meu, existe alguém mais desafortunado que eu, com mais defeitos que eu, mais desgraçado que eu?" É claro que, em ambas as perguntas, o que mais importa são as respostas que o espelho lhe dirá, espelho esse que só reflete aquilo que você mesmo já sabe!

Descubra como aplicar o amor, a alegria e o conhecimento na sua empresa e venda mais, conquiste mais, fidelize mais, ganhe mais.

O Medo da Transformação

:: Elisabeth Cavalcante ::
 
Muitos seres humanos alegam desejar a transformação mas, quando surge a oportunidade de realizá-la, o medo e a insegurança acabam predominando.

É compreensível, pois transformar-se significa desconstruir as bases em que nosso ego e nossa personalidade se assentaram, para poder atuar no mundo.

E, ainda que estas bases sejam falsas, e não nos permitam expressar nosso ser real, nos acostumamos tanto a elas, que acabaram por se tornar uma espécie de capa protetora, atrás da qual nos escondemos e onde nos sentimos confortáveis.

Mas, o que fazer se, apesar disso, a angústia e o sofrimento estão presentes? Buscar a transformação exigirá de nós não apenas vontade, mas, determinação e coragem.

Muitos serão os truques apresentados pela mente para que fujamos da busca pela libertação. As ilusões a que nos apegaremos e que serão usadas como desculpa para fugirmos da caminhada ao encontro de nossa essência, serão inúmeras.

O medo assumirá a forma de compromissos inadiáveis, culpas, descrenças. Mas, aquele que se mantiver firme no desejo de vencer a si mesmo, certamente alcançará o objetivo.

A jornada não é tranqüila, e surgirão momentos em que a vontade de desistir e voltar à zona de conforto vai predominar. Nestas ocasiões, precisamos nos lembrar que o alcance da paz interior só é possível, para os que acreditam plenamente na vida e na sua generosidade, e têm a certeza de que ela sempre premia os que se entregam em total confiança.

....À medida que seu ego se torna mais forte, você vai perdendo a si mesmo. Você pode estar lutando e saindo vitorioso, não sabendo absolutamente que não se trata de um ganho, mas de uma perda. Ensina-se a todas as crianças a lutarem, de diferentes maneiras. A competição é uma luta, ser o primeiro da classe é uma luta, ganhar um troféu num jogo é uma luta... Essas coisas são preparações para a sua vida. Depois luta-se numa eleição, luta-se por dinheiro luta-se por prestígio. Toda essa sociedade está baseada em lutas, competição, briga, na colocação de cada indivíduo contra o todo.

... ‘Entrega’ significa ‘nenhuma competição, nenhuma briga, nenhuma luta’... simplesmente relaxar com a existência, aonde quer que ela conduza. Sem tentar controlar o seu futuro, sem tentar controlar as conseqüências, mas, permitindo-as acontecerem... sem nem pensar nelas. A entrega está no presente; as conseqüências estão no amanhã. E a entrega é uma experiência tão deleitosa... um total relaxamento, uma profunda sincronicidade com a existência.

A entrega é uma abordagem totalmente diferente. Seu primeiro passo é o abandono do ego, lembrando-se de que vocês não estão separados da existência: contra quem, então, estão lutando? Você não é separado das pessoas: contra quem, então, você está lutando? Contra si mesmo... e esta é a raiz causal da miséria. Seja contra quem for que você esteja lutando, você está lutando consigo mesmo - porque não há nenhum outro.

...A entrega é uma profunda compreensão do fenômeno de que nós somos parte de uma só existência. Nós não podemos produzir egos separados: somos um com o todo. E o todo é vasto, imenso. A sua compreensão ajudará você a seguir com o todo, aonde quer que ele vá. Você não possui uma meta separada do todo, e o todo não tem nenhuma meta. Ele não está indo a algum lugar. Ele está simplesmente acontecendo aqui.

A compreensão da entrega o ajuda a ficar simplesmente aqui, sem quaisquer metas, sem nenhuma idéia de alcançar, sem nenhum conflito, batalha, luta, sabendo que seria lutar contra si mesmo - que é simplesmente tolice.
A entrega é uma profunda compreensão.
Ela não é um ato que você deva praticar.

Qualquer ato faz parte do mundo da luta. Aquilo que você tem de fazer vai ser uma luta. A entrega é simplesmente compreensão.
E aí, então, vem um silencioso relaxamento, fluência com o rio, desinteressado do aonde ele está indo, despreocupado de que você possa ficar perdido... nenhuma ansiedade, nenhuma angústia... porque você não está separado da totalidade, sendo assim, seja o que for que vá acontecer, vai ser bom.

Com essa compreensão, você vai ver que não há mistura: a compreensão não pode se misturar com a ignorância; o insight dentro da existência não pode se misturar com a cegueira; a consciência-em-si não pode se misturar com a inconsciência-em-si.
E a entrega não pode se misturar com as diferentes espécies de lutas - isso é uma impossibilidade.

Apenas deixe-a afundar dentro do seu coração, e você descobrirá uma nova dimensão desabrochando, na qual cada momento é uma alegria, na qual cada momento é uma eternidade em si mesmo.

OSHO, Além da Psicologia.
 
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quinta-feira, 24 de março de 2011

A Arte

A Arte, entre outras lições, nos ensina a ver minúcias, habilidade muito útil em nossa jornada como indivíduos e em nosso ofício de viver entre pessoas, muitas vezes liderando-as. A Arte apura o olhar, o ouvir; fornece, singela, recursos de argumentação. Além disto, a contemplação do Belo, nos enche de esperanças, e assim repletos, é mais sereno o caminhar por entre as gentes.

Teatro empresarial - Uma ferramenta alternativa

Por Helenita Fernandes com a colaboração de Angela Bocchetti


Vivemos uma época onde os aspectos profissionais estão voltados para a busca de crescentes níveis de qualidade, produtividade, ampliação de mercados, competitividade. Vivemos uma época em que as empresas, de quaisquer fins, têm que investir numa nova mentalidade, onde o profissional seja qualificado, valorizado e sempre esteja em constante atualização.


A proposta do Teatro Empresarial facilita e inova os meios convencionais de treinamento, buscando sempre a possibilidade de um processo de crescimento humano e de mudança de paradigmas na organização. A dramatização é um excelente veículo de aprendizagem e de mudanças de comportamento, pois propõe situações em que as pessoas possam identificar-se com os personagens e ações, facilitando a sensibilização dos funcionários para a reflexão e solução de problemas, promovendo aprimoramento da qualidade de seus produtos e serviços.


O Teatro - cujo diferencial entre outras artes, é a presença do ator ao vivo, permite a representação entre os espectadores (no caso, funcionários), estabelecendo contato direto com a platéia, construindo situações entre estes, incluindo-os na arquitetura da ação, estimulando-os à participação e à conscientização dos problemas internos.


O Teatro Empresarial não deve ser entendido como mero entretenimento, mas como uma ferramenta alternativa, um verdadeiro dispositivo, atrelado às demandas da empresa e à possibilidade de um diagnóstico mais amplo e transversal (transversal no sentido de fazer a empresa perceber a teia das circunstâncias internas, apreendendo-a no sentido ativo, problematizando questões, permitindo observar as redes que se cruzam, as relações que se constroem (ou desconstroem); perceber em toda a sua estrutura onde algo esbarra, atravessa, desconecta ou interrompe o fluxo contínuo).


O Teatro torna-se uma ferramenta eficaz porque lida com diversas linguagens, com uma variedade múltipla de signos e também porque se constrói fundamentalmente através da relação grupal. Quando se fala em qualidade total, em metaferramentas, em empresa de sucesso, a condição sine qua non é o ser humano e a valorização de sua criatividade, imaginação, habilidade, percepção de situações novas, raciocínio sistêmico, tomada de decisões, aspectos estes comuns no fazer teatral.


Uma das maneiras de se trabalhar com o Teatro na empresa é através da apresentação de uma cena como estímulo para debates e cuja temática é desenvolvida para abrir questões e não para encerrar "verdades". A cena busca ser provocadora, mobilizadora, capaz de aquecer o público para uma leitura que forneça subsídios para reflexões e mudanças.


Uma outra maneira de se trabalhar é fazer a platéia Ver/Refletir uma cena para, em seguida, através de um processo interativo, estimular o funcionário para Viver a situação (muitas vezes inconscientemente produzida por ele no dia-a-dia de seu trabalho). Ele, agora, passa de espectador à protagonista da ação dramática, de objeto a sujeito, de observador a agente. Assim, ao viver a história do outro (por exemplo, de atendente a cliente), ele tem uma nova ótica do processo, das tessituras do mercado, uma visão mais ampla da cadeia das relações e da emergência do outro. O Teatro, dessa maneira, permite uma expansão de seus atributos, abrindo portas para Diagnósticos na Empresa, Seleção/Recrutamento, Avaliação Psicológica e Treinamento. A trilogia VER/DEBATER/VIVER estabelece uma dinâmica rica, concreta, viva e de mudanças imediatas.


Os papéis agora se invertem. Mais do que a empresa que patrocina o Teatro, é o Teatro que ajuda a "patrocinar" o crescimento humano na empresa. A empresa que aposta no desenvolvimento do seu funcionário, encontra no Teatro Empresarial uma ferramenta de grande valor, pois as cenas servem como um "envolvimento" para uma seqüência de trabalhos.


VIVER o processo de transformação é a única forma de mudança de comportamento almejado pela empresa. Nesta abordagem, outras ferramentas como Psicodrama, Arteterapia, Dinâmica de Grupo, Teatro Interativo, etc, fazem uma perfeita união com a proposta do Teatro Empresarial.


No Teatro damos a oportunidade do indivíduo de identificar-se com os personagens, sem uma exposição direta. As pessoas colocam-se para o personagem e não para o "problema real. Caminhando um passo além, consegue-se inverter papéis no plano do "como se", o que dá uma nova roupagem a antigos tabus. Dados de realidade emergem mais facilmente de forma "lúdica" e isso fica totalmente claro no momento dedicado a um debate ou a um compartilhar de sensações experimentadas.


Como diria Charles Chaplin "Mais do que máquinas, somos humanos" e é na esteira desta humanização que o Teatro Empresarial pretende caminhar, levando a mudança de postura individual, grupal e empresarial.