A Motivarh!! Desenvolvimento Humano é uma Consultoria de forte embasamento teórico, cujo diferencial está na criatividade e na inovação, buscando sempre superar as expectativas de resultados.

Nosso negócio é o Ser Humano.

Estamos convencidos de que não há substituto para a interação humana. Entendemos que está nas mãos dessa interação todo o constrito de idéias e conceitos que os clientes formam nos seus contatos com as organizações.

Diante disto a qualidade dos serviços e conseqüentemente os seus resultados, dependem do nível de envolvimento das pessoas e esse nível de envolvimento cresce na medida em que os colaboradores se sentem satisfeitos, reconhecidos, estimulados e se identificam com os objetivos organizacionais.

Esse envolvimento do colaborador com os objetivos da organização é o que hoje diferencia a imagem das organizações no mercado.


RODUTOS E SERVIÇOS

Estamos sempre prontos a desenvolver com nossos clientes programas de Treinamento, Trilhas de Aprendizagem com foco no Desenvolvimento de Competências, Oficinas, Palestras, Programação Anual de Treinamento, Avaliações e Implantações de Núcleos específicos de Desenvolvimento Humano como, Núcleo de Desenvolvimento Gerencial, Núcleo de Arte, dentre outros.

Visão & Misão

Nossa Visão:
É possível encontrar prazer e satisfação no trabalho através da identificação de suas motivações individuais e da busca pelo auto-conhecimento e auto-desenvolvimento.

Nossa Missão:
Apresentar às pessoas a possibilidade de encontrar prazer e satisfação no trabalho através da identificação de suas motivações individuais e da busca pelo auto-conhecimento e auto-desenvolvimento objetivando a felicidade e a satisfação individual com foco na melhoria da qualidade de vida no trabalho.

Nossos Serviços:

Descrição de Cargos

Plano de Cargos e Salários

Avaliação de Desempenho

Pesquisa de Clima Organizacional

Pesquisa de Cultura Organizacional

Programas de Treinamento e Desenvolvimento

Integração e Desenvolvimento de Equipes

Social Coaching

Sobre Planejamento Estratégico

O planejamento estratégico em recursos humanos se tornou uma necessidade nas organizações. A cada momento observa-se a crescente valorização do fator humano através da criação de programas de qualificação e desenvolvimento humano, permitindo assim a constante atualização das pessoas de forma a permiti-las acompanhar o desenvolvimento organizacional e agregar valor a imagem da empresa.

As organizações que adotam o planejamento estratégico em recursos humanos, são responsáveis por seu próprio comportamento e desempenho, e utilizam o planejamento estratégico como vantagem competitiva no mercado.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Carroças

Conta uma história que um avô e seu neto ficavam sentados na beira de uma estrada, observando as carroças passar. Durante muito tempo os dois ficavam ali. Dias e mais dias iam se passando e, os dois, apenas observavam. Depois de muito tempo, o menino intrigado com o passar das carroças, perguntou ao avô o porquê eles estavam ali. Seu avô, muito sábio, disse: “Ouça os barulhos…”

Sem entender muito bem, o menino passou a prestar mais atenção no barulho que as carroças faziam. Passado mais algum tempo, o menino disse: “Vovô, noto que as carroças vazias passam por essa estrada e fazem um barulho enorme. Além disso, observei que as carroças que vêm cheias, não fazem barulho algum, ou, se fazem, é um barulho quase imperceptível”.

O avô, muito feliz, disse ao menino: “Sim, é isso mesmo que eu gostaria que você aprendesse…” O menino, meio intrigado perguntou por que seu avô não havia dito aquilo antes, pois, agora, já tinha entendido a mensagem.

Mas, novamente, o avô o surpreende perguntando: “meu neto, o que você entendeu para a sua vida sobre isso que me disse ter aprendido?” O menino, receoso, disse: “bem, nada né vovô, estamos falando sobre carroças”.

Então, o avô lhe diz o seguinte: “Meu neto; a carroça vazia representa as pessoas inteligentes, que falam bastante, mas, são vazias por dentro, são arrogantes, soberbas, falam mal da empresa na qual trabalham, falam mal dos vizinhos, dos seus pares, acreditam que são sempre melhor do que as outras. São pessoas que não entenderam que o Criador nos deu dois olhos, dois ouvidos e apenas uma boca, justamente para que vejamos e ouçamos mais do que falamos. Essas pessoas, que são as “carroças vazias”, julgam, condenam, gritam, esbravejam, são pessoas negativas, pessimistas. São chefes que soterram a criatividade dos empregados, pois não permitem que eles deem opinião, não aceitam suas ideias, pois se julgam superiores. Mesmo sendo vazias, o que elas mais fazem é barulho, todavia, um barulho que não se faz ouvir dentro delas mesmas.”

E as carroças cheias, vovô, o que elas representam?”, pergunta o compenetrado menino. “Bem, as carroças cheias são as pessoas sábias, que ouvem, veem, aplaudem o sucesso dos outros, ficam felizes quando seus pares conquistam bens, quando crescem espiritualmente. São pessoas que se ajudam nas empresas, trabalham em equipe, reconhecem o valor do ser humano no espetáculo que é a Terra. Essas pessoas são sábias, pois não condenam nem julgam, mas orientam e cooperam. São positivas, otimistas e preenchem o mundo com o seu jeito encantador de dar atenção aos outros. Pensam em crescer sim, ter riquezas, mas, por onde passam, deixam suas indeléveis marcas de amor, fé, alegria. São líderes que valorizam os liderados, e não gerentes que massacram seus subordinados. Eles elevam o moral da equipe e das pessoas, e não menosprezam, humilham quem lhes apóia. As carroças cheias, meu neto, observe, não fazem nenhum ou fazem pouco barulho, mas estão cheias e coisas boas para transmitir ao mundo”.

O menino e o avô se abraçam e juntos, continuam observando o passar das carroças… e o das pessoas.

E você, que tipo de carroça é você?

Um abraço, fique com Deus, muito sucesso e felicidades sempre!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Entusiasme-se, Apesar de Tudo!

Dr. Omar Souki


O entusiasmo não advém de uma euforia momentânea porque uma coisa boa aconteceu. É um profundo sentimento de conexão com o ser Divino. Esse sentimento, não só nos traz paz interior, como também irradia essa sensação a todos que convivem conosco. O entusiasmo, assim como a alegria, surge da nossa habilidade de manter a verdade diante dos desafios do cotidiano.

Você pode construir um mundo melhor

Qual é a verdade que deve ser mantida? O compromisso de sinceridade conosco e com os demais. O pacto sagrado de permitir que Deus se manifeste através de nossos pensamentos, palavras, emoções, atitudes e ações. Enfim, é nosso profundo comprometimento ético com tudo o que realizamos.

E como fazer isso em um mundo dominado pela mentira? Alimentando-nos da boa vontade com nossos semelhantes. Colocando-nos na pele dos outros em todas as situações da vida. Procedendo assim, teremos vergonha de mentir, pois quando estamos no lugar dos outros, sabemos que eles e nós somos um só. Mentir para eles seria como mentir para nós mesmos. Enganá-los seria enganar a nós, também.

Ao agirmos orientados pela verdade, aumentamos nossa alegria e entusiasmo e passeamos pela Terra munidos de profunda gratidão pela vida. Esse sentimento aflora simplesmente pelo fato de estarmos aqui e de podermos colaborar com a construção de um mundo melhor. Mesmo antes de começar nossa jornada, podemos decidir fazer tudo com perfeição.

3 ações para disseminar o bem

Nosso entusiasmo surge quando descobrimos que nossa tarefa mais importante na Terra não está ligada às coisas, mas à nossa contribuição para a felicidade do ser humano. Temos em nós uma inesgotável força interior que nos estimula a investir na construção de uma comunidade mais harmônica e numa sociedade mais justa, pois o paraíso pode ser criado aqui mesmo. Isso acontece quando, apesar de todos os desafios, cultivamos com afinco a aceitação, alegria e entusiasmo.

1. Aceitação – Ao aceitar uma situação, mesmo que seja incômoda, como uma doença, permitimos que a paz, e não a contrariedade, entre em nosso íntimo. Paz é aquela energia gostosa que vem do ser, de um estado elevado de consciência, de presença no agora. Aparece quando assumimos responsabilidade pelo nosso estado de espírito.

2. Alegria – Para ter satisfação não é preciso que algo diferente aconteça. Podemos encontrar a alegria mesmo varrendo a casa, pois o prazer não está na ação em si, mas na entrega ao presente. Dessa forma, o que nos alegra não é o que estamos realizando, e sim o fluxo do Espírito em nós.

3. Entusiasmo – É a alegria direcionada por um objetivo. Entusiasta é aquele que, ao se entregar apaixonadamente a um sonho, consegue realizar o impossível. Como Jesus, o entusiasta, também declara: “Não sou eu quem faz todas essas coisas, mas o meu Pai que está no céu”.

Não tenha medo de ser feliz

A aceitação, a alegria e o entusiasmo são capazes de criar e manter um estado interior de intenso bem-estar. Por isso, podemos nos transformar em uma força otimista que contagia a todos e faz com que também se sintam mais aceitos, alegres e entusiasmados.

Antes de sair de casa podemos nos comprometer a irradiar esse bem-estar a nossa família, amigos e colegas. De fato, somos todos entusiasmados por natureza, pois foi assim que Deus nos fez. Entretanto, por que existem tantos momentos de tristeza e preocupação? Eles acontecem justamente porque nos esquecemos de quem realmente somos e temos medo das situações que a vida nos apresenta.

Meister Eckhart, um sábio da idade média, disse: “Vá até as profundezas do espírito, o lugar secreto. Vá até às raízes e verá que tudo o que Deus pode fazer se encontra ali concentrado”. Você é mais que tudo que possa possuir. Seu eu divino já possui tudo e pode, com o tempo, tudo manifestar.


Autor: Ômar Souki, Ph.D. em comunicação pela Ohio University, é conferencista e autor de 22 livros. Prima por seu interesse, dedicação e foco na melhoria contínua das pessoas e empresas. 

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Avaliação de Desempenho

O objetivo principal da Avaliação de Desempenho é promover o melhor desempenho individual e coletivo de acordo com as demandas comportamentais e técnico-operacionais da organização.

Os principais benefícios:

• Identificação de forma qualitativa e quantitativa em relação ao desempenho de cada profissional, segundo a percepção dos profissionais diretamente impactados por seu trabalho. (Avaliação 360º.)
• Aconselhamento (Feedback) direto e específico sobre o que melhorar no desempenho, com construção de um Plano de Melhoria.
• Identificação de necessidades de treinamento.
• Identificação de quais profissionais podem ser promovidos e/ou transferidos e em quais condições.
• Geração de informações para o Plano de Cargos, Carreiras, Salários e Benefícios.

Formato: baseado em entrevistas, questionários, roteiros de trabalho e reuniões com o comitê de avaliação.

Para implementar a Avaliação de Desempenho é necessário que:

•  A aplicação e análise do desempenho sejam coordenadas por uma empresa especializada.
•  Seja instituído um comitê de avaliação para validar os documentos e providências decorrentes.
• A primeira Avaliação de Desempenho não gere impacto no Plano de Cargos e Salários, pois a empresa ainda está se educando na nova metodologia.
• Haja acompanhamento do desempenho diariamente.

Produto: Avaliação individual e coletiva do desempenho da empresa com indicação de ações por item avaliado.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A ARTE DE GERENCIAR FUNCIONÁRIOS

 POR: JULIO CÉSAR SANTOS

Desde a época da Escola de Relações Humanas de Elton Mayo já se sabe que, dentro das empresas, além de máquinas, também existem pessoas que têm diversos sentimentos e diferentes reações aos estímulos motivacionais. Dessa forma, o jeito de tratá-las determinará como você será tratado.

Diante disso, a primeira regra de um bom Gerente é tentar obter uma visão otimista sobre seus funcionários, pois isso tende a criar pessoas mais colaborativas, afirmam alguns estudiosos em Liderança. Outros, mais radicais, afirmam que “se você tratar seu funcionário como um cachorro, mais cedo ou mais tarde ele vai lhe dar uma mordida”. 

Antigamente, gerenciar significava “a arte de obter resultados através das pessoas”. Porém, as Relações Humanas foram se desenvolvendo e hoje o Líder precisa entender as aspirações humanas. As pessoas costumam ter variadas aspirações, mas apenas para simplificar podemos reduzi-las a:
  • Aspirações Simples: São as condições básicas de um emprego, sem as quais os empregados nem aceitam trabalhar, tais como um salário compatível, emprego próximo à casa, conforto no local de trabalho, garantias de continuar empregado, ambiente de amizade  e atenção. Note-se que as aspirações simples são requeridas por uma minoria dos trabalhadores brasileiros.
  • Aspirações Complexas: A maioria das pessoas possui aspirações complexas, gostando de ser diferenciadas das demais e de terem seu valor reconhecido pelo Líder. Elas gostam de aprender, enfrentar desafios significativos e de tarefas difíceis. Aqueles com aspirações complexas obtêm seu crescimento pessoal e recompensas financeiras de seus próprios esforços.
Diante disso, pode-se perceber que a arte de gerenciar pessoas nas organizações exige muita criatividade do Líder, pois em vez de controlá-las é preciso energizá-las, buscando atender suas expectativas e aspirações mais complexas. Dessa forma, podemos afirmar que a principal função de um gerente moderno é “energizar” as pessoas. E, energizar significa atender ás aspirações complexas dos funcionários.

Mas, antes de energizar as pessoas o Gerente deve conhecer o “sentido de prontidão” dos funcionários, pois existem funcionários que estão “prontos” e os que ainda não estão. Ou seja, aqueles que estão prontos têm experiência técnica no ramo – eles são funcionários experientes. E os que têm pouca prontidão são os funcionários inexperientes.

Sendo assim, ao cruzarmos essas duas variáveis – aspirações e prontidão – encontramos quatro (4) tipos de funcionários e, antes de qualquer próxima análise, é necessário afirmar que as pessoas tendem ser muito mais complexas do que apenas quatro tipos. Mas, apenas para compreendermos melhor a forma de tratá-las – gerenciá-las – vamos classificá-las em grupo de quatro tipos:

A) Os Aprendizes: Perfil – São aqueles funcionários inexperientes e que só possuem aspirações simples, os quais – na sua maioria – obtêm o primeiro emprego. Eles não têm experiência alguma e preferem trabalhar apenas por ser perto de casa e pelo pequeno salário. Tratamento – trate-o com pouca flexibilidade, informando-o detalhadamente o que fazer e conferindo se as tarefas foram realizadas conforme o escrito. Ou seja, o Líder deve usar uma supervisão rígida.

B) Os Frios: Perfil – São aqueles funcionários que até têm experiência técnica, mas possuem aspirações simples. Ou seja, eles não estão energizados ou motivados a alcançar suas aspirações. Eles sabem trabalhar, mas não vibram com isso porque talvez tenham sido punidos na sua criatividade – em empregos anteriores. Tratamento – O Líder deve envolvê-lo nas decisões do setor, fazendo-o sentir-se importante e aumentando sua auto-estima. Na verdade o cuidado do Líder não deve ser técnico, mas humano. Esse tipo de funcionário precisa de envolvimento emocional e o Líder deve estimulá-lo a ter “a coragem de errar”. Não estamos estimulando o erro freqüente, mas a tentativa da inovação pode levar às pessoas ao erro e isso não deve ser reprimido para esse tipo de funcionário.

C) Os Potenciais: Perfil – São aqueles que, embora não tenham experiência, têm aspirações complexas. Ou seja, eles estão energizados, motivados e com vontade de crescer (é o “sonho” de todo Gerente). Eles têm iniciativa e garra, mas ainda não estão prontos porque não têm experiência. Tratamento – Na verdade, talvez seja necessário o Gerente conter um pouco esse ânimo para que o funcionário não cometa erros infantis. Eles precisam de treinamento, instruções claras e acompanhamento técnico. Além disso, ele deve ter envolvimento com os mais experientes para assimilar conhecimentos e habilidades.

D) Os Empreendedores: Perfil – São aqueles que têm muita experiência técnica e aspirações complexas. Ou seja, são funcionários que estão prontos, energizados e motivados. Tratamento – Esse tipo de funcionário não deve ser tratado com rigidez, controle ou cobrança por resultados. Trate-o com “agradinhos” e ele ficará “doente”, pois sua energia vem dele e não de você. Eles precisam de desafios, tarefas difíceis e participação nos resultados. Dessa forma o Líder deve envolvê-lo nas decisões, dando-lhes autonomia porque os empreendedores são capazes – em muitos casos – de fazer melhor que o próprio Líder.

OBSERVAÇÃO: O Gerente não pode se conformar em ter na sua equipe apenas funcionários classificados como aprendizes, frios ou até mesmo os potenciais. Na verdade, seu principal objetivo deverá ser o de transformar todos eles em empreendedores, pois assim o Gerente só cuidaria da estratégia da sua empresa.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A TERCEIRA FUNÇÃO DAS EMOÇÕES - INTEIREZA

                  Temos visto as pessoas se dividindo em um milhão, se jogando para tudo que é lugar e fazendo qualquer coisa para chegar a lugar nenhum. Estas questões não têm ocorrido apenas no campo profissional, a fragmentação dos sentimentos e a afobação para atingir objetivos estão incluídas em todos os nossos relacionamentos.
 
Para encerrar 2010 e dar início a um ano realmente novo, nos colocamos nesse desafio de refletir com você a terceira função das emoções que é a Inteireza. É fácil reconhecer os Beathes como um dos maiores ícones musicais do mundo. Ainda é mais fácil pensar que a vida deles tenha sido sempre sombra e água fresca. Mas tudo isso é um engano e os Beatles como todos os mortais também sofreram para chegar lá e foram recusados pela gravadora Deca, mas nem por isso desistiram. Foi a emoção da Inteireza, um todo único ante um estímulo específico, que fez com que eles prosseguissem e se tornassem a banda mais famosa e ouvida no mundo.
 
Queremos poder ter um emprego e tocar paralelamente o nosso próprio negócio, alguns homens e mulheres desejam ter amantes fora do casamento, outros querem ser religiosos, mas sem o compromisso de praticar o bem às 24 horas do dia. A vida não se dá aos pedaços, a vida em algum momento nos cobra completude.
 
A emoção da Inteireza inclui a ativação de múltiplos sistemas cerebrais (ativação reticular, atenção, mecanismos sensoriais, motores, processos mentais), endócrinos (ativação da supra-renal medular e cortical e outros hormônios), metabólicas (glicose e ácidos graxos) e em geral ativação de muitos sistemas e aparelhos do organismo (cardiovascular, respiratório, etc., e aparelhos locomotores, músculos estriado como centros de operações). Quer dizer, quando não estamos com Inteireza não adoecemos o nosso projeto de uma nova empresa, nós adoecemos fisicamente também. Quando não nos entregamos no amor, não adoecemos apenas a pessoa que confia na gente, nós adoecemos fisicamente também. Quando nossas práticas éticas e morais são conforme as circunstâncias da ocasião, não adoecemos as pessoas que são afetadas por uma personalidade volátil, nós adoecemos fisicamente também. A Inteireza é um estado emocional que nos afeta mentalmente e fisicamente também. Tanto o espírito quanto o corpo foram feitos para estarem por inteiros e não pela metade.
 
O projeto da Disney Word foi recusado por 67 bancos. Os gerentes diziam que a idéia de cobrar um único ingresso na entrada do parque não daria lucros. Michael Jordan foi cortado do time de basquete da escola. Já Thomas Edison foi considerado por um professor de burro e lhe disse que jamais aprenderia algo. Abraham Lincoln fracassou no negócio 2 vezes e foi derrotado em 8 eleições. Mais que apenas acreditar nos seus sonhos, essas pessoas não estavam em seus projetos apenas como turistas, passageiros de algum trem. Fizeram a diferença porque estavam lá 100%. Integrais e não no meio do caminho.
 
Dedicação e disciplina. Isso não quer dizer 10, 12 ou 14 horas de trabalho. Quer dizer que se for 30 minutos de reunião, estaremos lá de verdade. Dedicação e disciplina quer dizer, que nos chamaremos para a responsabilidade quando alguém precisar do nosso auxílio. Dedicação e disciplina quer dizer, que muito mais que um canudo, o que perdura é o conhecimento adquirido. Dedicação e disciplina quer dizer, que um diálogo é melhor que uma tomada de decisão a partir dos boatos. Enfim, dedicação e disciplina quer dizer, que devemos dar mais atividade aos nossos ouvidos que a nossa língua.
 
Temos perdido muito tempo fazendo de conta, um interesse por dentro do desinteresse. No fim da fatura, ao invés de relacionamentos reais, o que temos mesmo são relacionamentos nebulosos e cheios de sombras. Sombras são apenas projeções e nada se constrói a partir de um mundo de ilusões. Entre em 2011 pleno, profundamente inclinado a se dedicar e ter disciplina com tudo o que lhe cerca. Mantenha a Inteireza no cuidado com a natureza, mantenha a inteireza no cuidado com a sociedade, mantenha a inteireza, particularmente e principalmente no cuidado com você. O mundo anseia amor e paz e só existe amor e paz quando há inteireza. Um feliz 2011 para você.


Autor: Paulo Ricardo Silva Ferreira



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Parceria entre as áreas de RH e Marketing pode motivar colaboradores


     Se antes as ações organizacionais estratégicas eram restritas ao fechamento contratos com grandes clientes ou mesmo às aquisições de tecnologias de última geração, hoje as empresas compreendem que a participação dos profissionais impacta diretamente nos resultados dos negócios. Esse é um dos motivos que levam as empresas a investirem na contratação e na retenção de profissionais com competências técnicas e comportamentais que impactem na obtenção e superação de metas.
     Hoje, tornou-se comum as companhias investirem em ações motivacionais. A questão, contudo, é que nem todas alcançam o êxito esperado e os índices de turnover continuam preocupantes. Em entrevistas concedida ao RH.com.br o especialista em marketing e planejamento, Jorge Nahas defende que investimentos com foco nos colaboradores devem ser realizados em parcerias entre as áreas de Recursos Humanos e Marketing.
     "Há cada vez mais relevância na relação entre as áreas de Recursos Humanos e Marketing, pois esse último enxerga o público interno das empresas para atingir e fazer as mudanças de dentro para fora. Inclusive, a tendência é que esse relacionamento se estreite cada vez mais, pois decisões em médio a longo prazo caberá à área de Recursos Humanos", enfatiza Jorge Nahas, ao acrescentar que várias são as iniciativas que podem surgir a partir de um trabalho em conjunto. Confira a entrevista logo abaixo e aproveite a leitura!


RH.com.br - Para motivar os funcionários algumass empresas oferecem premiações das mais variadas formas como, por exemplo, viagens, jantares e até bônus em dinheiro. O senhor acredita que essas ações são suficientes para reter talentos?
Jorge Nahas - O mundo muda e cada vez mais o profissional de Recursos Humanos tem conquistado um papel estratégico dentro das empresas e, fundamentalmente, esta área precisa de investimentos. Com esta mudança constante no mercado corporativo, as empresas buscam formas diferentes para premiar seus funcionários e, consequentemente, retê-los. Contudo, somente a premiação não é mais suficiente para reter os talentos tão disputados pelo mercado de trabalho. Hoje, os funcionários precisam de qualidade de vida e de bem-estar para motivar e fazer com que as pessoas sintam-se parte importante da empresa.

RH - Além dos incentivos de premiações, que outras alternativas mais têm sido utilizadas pelas organizações e que em sua opinião agregam valor?
Jorge Nahas - Observo que vem crescendo muito iniciativas focadas em premiações ligadas às atividades em que o funcionário possa desfrutá-las com a família e os colegas de trabalho. As empresas vêm buscando premiações vivenciais e não só as relacionadas às finanças. As premiações que deixam os funcionários relaxados também ganham espaço no ambiente corporativo. O que enriquece nestas premiações são as recordações saudáveis recorrentes na memória do funcionário, que, consequentemente, assimila a atividade realizada à organização em que ele trabalha.

RH - Em sua opinião, quais os principais fatores que influenciam a retenção de talentos em uma organização?
Jorge Nahas - Os principais fatores que influenciam a retenção de talentos certamente são: a liberdade existente no ambiente de trabalho; a preocupação da empresa em relação à qualidade de vida e ao bem-estar das pessoas; à diversão e ao conforto no ambiente profissional; a presença da meritocracia; a capacitação dos profissionais; a existência de um plano de carreira; a presença de incentivos à inovação e à criatividade, entre outros. Enfim, fatores que mostrem o quanto a empresa está preocupada com o funcionário.

RH - O trabalho conjunto entre o marketing de incentivo e a área de Recursos Humanos pode fazer um diferencial significativo à atração e à retenção de profissionais que fazem o diferencial para o negócio?
Jorge Nahas - Com certeza fazem toda a diferença. Acredito que o RH é uma área estratégica, tanto quanto o Financeiro e o Marketing são responsáveis pelas ações táticas. O profissional de Recursos Humanos entra com objetivos de médio a longo prazo, enquanto que o Marketing em pequeno prazo. O Marketing sempre busca inovar e trazer novas ferramentas criativas no processo de relacionamento entre pessoas e empresas, principalmente no setor corporativo. As campanhas de incentivo elaboradas ao mercado corporativo com foco em vivências experimentais com premiações aliadas a voos de balão, jantares sensoriais, Day SPA, passeios de Ferrari, dentre inúmeras outras experiências, têm sido um dos grandes diferenciais propostos pelos departamentos de Marketing ao RH nas organizações.

RH - A relação entre os profissionais de RH e os que atuam em Marketing de incentivos está cada vez mais estreita?
Jorge Nahas - Sim, porque as pessoas veem cada vez mais relevância no estreitamento desta relação, já que o Marketing tem enxergado o público interno das empresas para atingir e fazer as mudanças de dentro para fora. Assim, o trabalho conjunto e o alinhado entre essas duas áreas devem ser complementares. Inclusive, a tendência é que esse relacionamento se estreite cada vez mais, pois decisões em médio a longo prazo caberá à área de Recursos Humanos. Enquanto, que as de pequeno prazo caberão à área de Marketing. Assim, o grande diferencial é o capital humano para estas empresas que investem neste relacionamento de ambas as partes. Além disso, o Marketing vem identificando a importância de investir em seu público interno que são seus funcionários e, com isso, é de suma importância a parceria com o RH para planejar e executar as melhores ações junto ao público-alvo.

RH - Em que momentos o Marketing de incentivo pode trabalhar em parceria com o RH?
Jorge Nahas - O Marketing e o RH podem trabalhar juntos em diversos momentos como, por exemplo, diante dos incentivos à inovação e à criatividade: redução de custos; qualidade de vida e bem-estar; ações que focam motivação; reconhecimento; recompensas; integração dos funcionários e capacitação dos talentos. Enfim, ações que valorizem o endomarketing na empresa.

RH - Quais as vantagens que o trabalho da parceria entre as áreas de RH e o Marketing de incentivo proporciona às organizações?
Jorge Nahas - Podemos destacar que os funcionários ficam mais felizes, capacitados, motivados, comprometidos e, com certeza, estes atributos gerarão mais resultados para a empresa. Além disso, devemos lembrar o impacto em relação à retenção de talentos, às pessoas mais interessadas pelo estilo de negócio e humanização, uma vez que, as empresas têm investido na proximidade entre os funcionários de diversas áreas, transformando o relacionamento em duradouro e positivo.

RH - No mercado nacional, quais as organizações que em que o trabalho conjunto entre o RH e os profissionais de marketing é uma presença constante?
Jorge Nahas - Acredito que as grandes corporações são as que melhor entendem a importância do trabalho conjunto e complementar entre a área de Recursos Humanos e os profissionais de marketing, já que entendem o conceito de que cada funcionário tem sua importância e faz a diferença dentro da organização. Por outro lado, acredito que as empresas menores têm outras prioridades e nessas não está incluída a integração do Marketing e o RH.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

É UMA QUESTÃO DE CLIMA

O ambiente de sua empresa estimula a busca da evolução contínua ou, ao contrário, reforça o poder da rotina e de hábitos de pensar e agir do passado?

Por Oscar Motomura



Algumas empresas exalam conservadorismo, timidez, medo de mudar - até de tentar pequenas mudanças. Transpiram o superado, o obsoleto, no seu jeito de operar, no modo como as pessoas trabalham ou fazem reuniões, no formalismo das comunicações e das relações, na decoração, nas cores; enfim, em tudo.

Outras exalam hesitação, insegurança. Querem mudar, mas também não querem. São as empresas que ficam "em cima do muro", entre o medo de mudar e o de perder oportunidades rumo ao futuro. Muitas conversas, até muitas idéias - mas pouquíssimas decisões, em ambientes físicos repletos de contradições e contrastes não harmônicos.

Mas há também as que exalam motivação, entusiasmo, ousadia. Exalam vida. São empresas que têm um jeito de trabalhar leve, solto, pra frente. Buscam evolução em cada detalhe do dia-a-dia. Há zero de acomodação em todos os níveis, da cúpula à base.

O que essas empresas, que exalam vida, fazem de diferente em relação às outras?
Algumas investem conscientemente no design de contextos, para criar um clima favorável a novas idéias, a jeitos inéditos de fazer acontecer. Criam espaços diferentes, com móveis e objetos fora do comum, que ilustram o não ortodoxo e estimulam a criatividade das pessoas.

Outras trazem estímulos "de fora". Organizam concertos para os funcionários, trazem artistas e pessoas criativas de diferentes áreas para interagir com suas equipes e assim por diante.

Existem aquelas que, em vez de investir na forma, mergulham no conteúdo das coisas. Criam contextos não pelo físico, mas pelo significado das coisas, pelo nível dos desafios, por "equações estimulantes", que fazem emergir na organização o que as pessoas têm de melhor dentro delas. Equações que as estimulam a buscar o bem comum e a querer vir trabalhar todos os dias. Mesmo quando o ambiente físico está longe de ser o ideal, as pessoas, altamente motivadas, estão sempre em seu melhor estado e empenhadas em gerar evolução o tempo todo.

Em raras empresas existe a consistência total: o design físico inspira inovação e o time é diferenciado.

Existem também aquelas em que o líder é o contexto. Pela sua ação pessoal, pelo seu exemplo, pela sua energia, esse líder gera, em tudo que se envolve, um clima de inovação, de alta criatividade, de ações excepcionais no dia-a-dia.

Existem ainda as empresas que exalam vida não por causa dos líderes, mas por causa das pessoas que a compõem - pessoas felizes, alegres, positivas, pra frente. Elas dão o tom do contexto, mesmo quando os líderes não são o melhor exemplo.

E, é claro, existem aquelas "raras" empresas nas quais há consistência total: o design físico inspira inovação e reinvenções estratégicas contínuas, equações inspiradoras estão na base de tudo, os líderes são excepcionais e há um time diferenciado de pessoas talentosas, de bem com a vida mesmo em situações estressantes, de grandes mudanças e crescentes desafios.

A propósito, quão rara você quer que sua empresa seja?